Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006

Má reputação

Não sei o que é que as minhas ex-namoradas andaram a espalhar sobre mim, mas não deve ter sido bom. Todos os dias recebo no e-mail publicidade para aumentar o meu penis e a minha potência sexual! O_o

Sexta-feira, Janeiro 06, 2006

Feliz cócó 2006

Salvé camaradas! Vinde ver cócó fresquinho, após um mês de prisão de ventre mental!

Já passa da meia noite, ou seja, já tenho os meus 22 aninhos feitos. É um bom dia para ver o ponto da situação... Em 22 anos de vida já estive com góticas, mas as fufas nem vê-las, quanto menos fufas góticas... Se me quiserem dar uma prenda de anos, a localização de exemplares desse grupo tão pequeno mas tão agradavel será um presente ideal!

Ora como ainda só tenho 22 anos e 3 horas, ainda estou sóbrio, por isso não tenho nada de especial para contar sobre este dia. É triste... O ano passado a esta hora eu estava... Bem, não sei o que estava a fazer, porque a minha memória entre a 1 e as 4 da manhã desapareceu por completo, graças ás quantidades industriais de alcol que ingeri nesse dia. Mas como hoje tal não aconteceu, vou antes relatar-vos a minha passagem de ano, relato esse que foi parcialmente escrito em duas aulas e agora finalmente finalizado para vosso prazer e delirio (ou não...).

Após jantar de familia, dirigi-me á Avenida (de Ponta Delgada) para a minha descarga de adrenalina anual. Descarga de adrenalina porque ir ver o fogo de artificio que a nossa bela cidade põe á nossa disposição todos os anos é muito parecido a ser destacado para ir ajudar a manter a paz no Iraque. Isto porque a gente da bela ilha de São Miguel tem a estranha mania que percebe de pirotecnia, e compra sempre grandes quantidades de explosivos coloridos para lançar numa avenida recheada de gente. Ainda que esta gente que tem a mania que percebe de pirotecnia tivesse razão na questão de perceberem de pirotecnia, não havia grande problema. Mas acontece que o conhecimento mais avançado que grande parte desta gente que pensa que percebe de pirotecnia tem sobre pirotecnia é este: Acende-se o rastilho e aponta-se para cima. E se souberem isso já é sorte! Porque há sempre aqueles que nem sabem que é suposto o foguete ser apontado para cima, ou que não sabem que quando o rastilho acaba o foguete não rebenta logo! Sim, pessoal da minha terra, o foguete voa antes de explodir! O resultado desta geral falta de conhecimento pirotecnico é o ocasional foguete a serpentear entre a multidão, rebentando depois aos pés de sabe-se lá quem, possivelmente chamuscando calças e entropecendo ouvidos. Mas este perigo não é o unico. Mesmo que um foguete seja propulsionado na direcção certa, depois de explodir o que é que acontece? Vou explicar como se os leitores fossem mesmo muito burros: a gravidade (a força cósmica que mantem os vossos rabinhos na cadeira na qual se encontram sentados, e dita cadeira no chão) começa a trabalhar sobre os restos mortais do foguete, atraindo-o em direcção ao chão. Ou, na maior parte dos casos, em direcção ás pessoas que estão em cima do tal chão. Por isso da proxima vez, atirem os foguetes em direcção ao mar. Com sorte ainda acerta nalgum peixinho e já têm jantar para amanhã. Como se não bastassem os riscos de levar com os restos mortais de um foguete, ou ainda pior, de levar com um nas trombas, há tambem a constante preocupação com os putos que se divertem a atirar bombinhas para os pés das pessoas quando estas não estão a olhar. Não provoca estragos, e no meu tempo só assustava. Mas hoje em dia existem umas "bombinhas" mais potentes, capazes de ensurdecer alguem durante uns minutos. Mas isto das bombas eu tolero, porque não é falta de inteligência, é mesmo questão de ser asno.
Chegada a meia noite, começa o fogo de arificio oficial (ou seja, organizado pela camara municipal), mas não antes do tradicional banho de champanhe. Acabada esta chuva de espumante, lá saco eu da minha máquina fotográfica novinha em folha para apanhar bons momentos de explosões coloridas. Ou pelo menos tentar. Acontece que havia um vento ligeirissimo, que epurrava o fumo na direcção da cidade, ocultando a maior parte das tais explosões coloridas. Podia ser pior, há uns anos o vento estava mais forte e empurrou tanto o fumo como as cartolinas reflectoras para a cidade. Não magoava a sério, mas ainda doia um bocadinho levar com uma coisa daquelas no focinho.

Acabado o espetáculo (uns miseros 15 minutos, ao contrário da meia hora habitual) dirigi-me a um ponto de encontro pré-definido para me encontrar com os meus amigos. Após meia hora de espera sem aparecer ninguem, fui procurar outro grupo de amigos, que iam passar a noite no coliseu (para o pessoal que não conhece, é um dos sitios "in" para fazer a festa de passagem de ano em São Miguel, tudo de smoking e lacinho, e as meninas com vestidos bem decotados. Hmm...), e a quem tinha prometido fazer uma visita. Lá chegei eu, todo vestido de preto e com o meu fiel casaco de cabedal, ao meio dos "pinguins". Mais meia horinha de espera e lá chega uma amiga minha, com quem conversei um bocadinho e passei vários minutos de silencio estranho á espera de mais gente. Gente esta que, após ter chegado só me deu atenção quando foi preciso telefonar a alguem, para logo depois entrar no dito coliseu, sitio onde eu estava incapacitado de entrar, pois não estava vestido a rigor nem tinha gasto 20€ para comprar o bilhete (sim, sou forreta). Mas ainda encontrei duas amigas, ex-elementos da minha tuna e fiquei um pouco á conversa com elas. É durante esta conversa que uma delas diz a frase do ano "...Ias gostar de conhecer [a minha amiga], ela não é gótica, mas tem mamas grandes.". Palmas para a minha colega de cantorias e desafinanços, isto não é coisa que se ouça todos os dias, é uma frase digna de algum prémio. Até vou inventar um prémio! O Cócó de Ouro! Parabens amiga-cujo-nome-não-vou-dizer-para-proteger-a-tua-privacidade, ganhaste um Cóco de Ouro! Continuando... Fiquei á conversa com estas amigas até que chegou uma senhora munida de um microfone, seguida do seu fiel escudeiro, um camera-man. Vi esta inesperada chegada como um sinal divino para eu dar corda aos sapatos (ou melhor, ás botas de biqueira de aço) e despedi-me das minhas colegas e fui para onde eu pensava que ia passar a noite: na casa de um amigo ao lado de um bar. Hmm, cerveja...

Lá caminhei eu em direcção a dita casa, esperando encontrar muita boa disposição (cerveja) e muito gajedo. Até ia com esperanças de "matar a fome", porque estava lá uma amiga que consta que me quer comer á uns tempos, e eu estava disposto a dar-lhe essa oportunidade essa noite. Mas não foi bem assim...

Metade do primeiro grupo com quem me ia encontrar nessa noite estava á entrada da casa, munidos de copos de cerveja. Não mencionei a minha espera solitária e desejei-lhes a todos um bom 2006, e lá entrei para o meu refugio de uma noite. Lá dentro o panorama era macabro. O dono da casa estava agarrado á cara, com o lábio inchado, um amigo meu todo bem vestido para ir ao coliseu chorava, o quarto de banho estava ocupado por uma pita a vomitar e a tal que me queria comer estava a segurar um saco de plástico em frente á cabeça da sua prima, que lá para dentro vomitava. No meio deste caos estava o "godfather" do grupo, calmo e sereno. Perguntei-lhe o que se passava, obtendo a seguinte resposta: "O [dono da casa] está com uma alergia qualquer, dá-lhe de vez em quando. A [pita do quarto de banho] bebeu de mais mas já fica melhor. O [gajo que está a chorar], tambem bebeu muito e agora está assim por causa das capotadas. A [que está a vomitar para um saco de plástico] bebeu de mais e é diabética, o pessoal está com medo que seja algo grave e a prima dela vai leva-la ao hospital, pelo sim pelo não." OK, muito fixe... A unica gaja que me queria comer vai bazar defenitivamente, as outras ou estão bebedas de mais para sequer ver direito ou estão comprometidas... Hoje não há nada para ninguem (ou seja, para mim)...

Bem, lá fiquei eu por lá a divertir-me com o pessoal, ainda meio desiludido por não conseguir comer ninguem nessa noite... Mas ainda me diverti um bocado, até que o pessoal começou todo a dar de frosques. Analizei a situação, e muitos iam para festas privadas, mas a maior parte ia para a praia de Água d'Alto passar a noite, e juntei-me a eles. Lá nos fizemos ao caminho, ficando um num carro em que o condutor estava a tentar engatar uma estrangeira que a nós se tinha juntado e ao meu lado no banco de trás iam dois ucranianos a falar russo. Ainda tentei fazer amizade com a estrangeira, mas ela não me ligava muito e o condutor estava sempre a perguntar-me (em portugues) se eu queria comer a gaja ou não, porque se quisesse ia haver competição. Lá desisti da ideia e tentei aprender russo para passar o tempo. Perguntei aos meus amigos de dupla nacionalidade como se dizia uma coisa em russo e eles lá disseram. Repeti as palavras tão estranhas para mim, que só falo português e inglês, e logo os dois irromperam numa explosão de gargalhadas. "Ok, eu acabei de dizer que sou gay, não é?" "YA! Hahahahahaha!!". Tá bem... Quando tiverem uma duvida em português vão ver...

Lá chegamos á praia. Já lá estava um grupo de amigos nossos instalado á volta de uma fogueira, com um bar improvisado bem recheado de garrafas. Durante uma hora ou duas lá ficamos a conviver uns com os outros, com a fogueira, com a bebida e com aquelas coisas que se fumam e fazem rir. E assim o tempo passou. Até que alguem se lembrou que não tinha tabaco... Lá entramos para os carros e fomos a um hotel ali perto, porque só mesmo um hotel está aberto num dia como este. Lá compramos o tabaco, mas depois em vez de voltarmos para a praia fomos dar uma volta ao jardim do hotel. Jardim este que acaba onde? Numa piscina! E o que é que um grupo de pessoal que esteve a beber e a fumar erva faz na passagem de ano ás 5 da matina com uma piscina? Preciso mesmo de dizer?

Dois de nós despiram-se imediatamente e saltaram para a água, para sair logo de seguida, de tão fria que estava, enquanto eu me divertia a tirar fotografias. Até então tudo bem. Só que um dos que tinha ficado cá fora diz para mim "Nox, não és homem para saltar para a piscina comigo.". Ora eu tinha bebido e fumado... Imediatamente comecei a tarefa de descalçar as botas (o que ainda demora um bocado) e despi toda a minha roupa menos os boxers, pois havia ali raparigas compometidas e não queria que elas ficassem desiludidas com os namorados. Os dois já prontos, pusemo-nos lado a lado de frente para a piscina, prontos para mergulhar. Mas o meu plano era não mergulhar, apenas ir a correr e parar á beira da piscina, para me rir um bocado do que tinha ido sozinho e só depois tomar o meu banho (a erva dá ideias destas...). O que aconteceu foi que ele saltou para a piscina, para logo depois sair, e juntamente com o pessoal todo me elevar no ar antes que eu tivesse tempo de mergulhar e atirar-me (supostamente) contra a minha vontade. Tudo bem, não vou pelo meu pé mas vou para a água na mesma. Só que há um problema: Em vez de haver uma unica contagem decrescente para me atirar, houve duas... E isto causou confusão na cabecinha alcoolizada de algum dos meus captores, que só me largou um segundo depois de o resto do pessoal. Resultado, bati com o braço na beira da piscina, o que deixou uma nódoa negra durante uns dias. Bom, lá saí da água, vesti-me e (após outros banhos do pessoal que tinha estado com medo) lá voltamos para a praia. Mal chegamos fui a correr para a fogueira, porque estava com a roupa toda encharcada, sabe-se lá porquê. Mas São Pedro quis brincar comigo e ordenou que começasse a chover. E foi o que aconteceu. Fui para o carro, e adormeci á espera do nascer do sol.

Chego a casa ás 8:50, está a minha mãe a levantar-se. "Quando acordares telefona-me que eu venho-te buscar para ires almoçar a casa da avó.". Está bem mãe, até amanhã, e bom 2006.

E foi assim a minha passagem de ano. Bebi um bocado, fumei um pouco, não comi ninguem, mostrei o cabedal ao pessoal... Ou seja, esta passagem de ano foi como que uma punheta mal batida... Foi bom, mas não me satisfez.

Quarta-feira, Novembro 30, 2005

Hmm, fufas...

Há uns tempos vi um episódio do Seinfeld em que a Elaine perguntava "Mas porque é que os homens ficam tão exitados ao ver duas mulheres a lutar?", ao que o Seinfeld respondeu "Porque há sempre aquela esperança que elas rasguem as roupas e se comecem a beijar"
Muito bem observado. Realmente ver duas mulheres á pancada leva inevitavelmente á nossa imaginação criar imagens na nossa cabeça destas mesmas mulheres a fazer as pazes. Na cama. Sem roupa. (hmm, fufas...)
Mas isto leva-nos a outra questão. Porque é que nós Homens gostamos tanto destas maravilhosas senhoras homosexuais, tambem conhecidas por lésbicas, lambe-caricas ou, a minha preferida, fufas? Pois é amiguinhos, estive a pensar neste assunto e penso que tenho a resposta. Pode não ser a resposta certa, e até pode haver respostas melhores que esta. Mas eu escrevo histórias sobre merda, por isso acho que tenho alguma autoridade no assunto.
Ora bem, eu como homem gosto muito de mulheres. Mesmo muito. Gosto tanto, que só uma é pouco. Daí, duas ou mais é o ideal. Mas como as mulheres heterosexuais normalmente não gostam de andar a comer outra mulher, as fufas são as mulheres perfeitas... Comem-se uma á outra, trazendo muita felicidade a uma grande quantidade de homens como eu. Até digo mais. Gosto tanto de mulheres que se eu fosse uma era fufa. A ultima coisa que queria ver a vir na minha direcção era uma pilinha. Venham as maminhas e as vaginas que é disso que eu gosto.
Outra coisa em que as fufas são melhores que as outras: porno. Eu quando estou a polir o poste gosto de ver gajas nuas. Tambem gosto de ver mulheres a ter prazer sexual. Sozinhas tambem é bom, mas a experiencia masturbatória é melhor quando elas estão acompanhadas. Ora acontece que quando estou de mangalho na mão a ultima coisa que quero ver é a pilinha de outro homem. Isso é um bocado, como é que se diz, gay! Daí, fufas! É a imagem perfeita: duas (ou mais) raparigas de seios de tamanho elevado a roçarem-se uma na outra enquanto emitem sons obscenos. Hmmmmm, fufas...
Mas vamos analizar a coisa de uma prespectiva filosófica. Esta fantasia pelas fufas é o amor platonico absoluto. Uma fufa como deve ser não gosta de homens. Só quer mesmo gajas. Mai nada! Está completamente fora do nosso alcance. É completamente platonico estar apaixonado por uma fufa.
E agora, a razão numero um para este fetishe fufeiro... Suspance... Mais suspance... Mais um pouco... Está quase... Fodass, já me esqueci! Ah, ok, é assim: Homem que é Homem gostava de ir para a cama com duas mulheres ao mesmo tempo. As gajas perguntam-me constantemente "Ah e tal para que é que tu queres duas se só tens um zézinho?". Pois é, confirma-se que só tenho um. Mas há mais coisas que se podem fazer com uma gaja do que espetar-lhe o dito zezinho. Não, não as vou descrever aqui, fica ao critério da imaginação de cada um. Mas voltando ao cerne da questão: nós queremos duas gaijas. Até posso dizer que é a unica fantasia que tenho por realizar. Ok, tambem me faltam as fantasias com três gajas, quatro gajas, cinco gajas e por aí a diante. Mas estou a divagar. Queremos duas gajas, mas normalmente elas não alinham muito nisso. E mesmo que alinhem, normalmente só nos vão dar atenção a nós, não uma á outra. Isto é suficiente? Nããã... Queremos que elas se beijem, se acariciem, e façam coisas uma á outra que eu não posso dizer aqui. Vejam sites porno se querem ter algumas ideias! Ora, precisamos de fufas se queremos ter essa magnifica experiência. Mas há um pequeno problema: elas não gostam de homens... Hmm, como é que vamos resolver este problema?
Bisexuais! É a resposta a todas as preces de um homem com H grande, bisexuais! Um homem a sério n gosta mesmo de fufas. Gosta de gajas que gostam de homens e de mulheres! Com estas já não é um amor platonico, mas algo que é possivel que aconteça. E há grandes probabilidades de ela aceitar convidar uma amiga! Magnifico! Palmas para as biséxuais! Hmm, biséxuais góticas...
E agora com licença que eu tenho que ir cagar.

Quarta-feira, Novembro 23, 2005

Alguns esclarecimentos sobre o Oscar

Amigos meus têm-me feito algumas perguntas sobre o Oscar, incapazes de acreditar que seja tudo verdade. Para acabar com este tipo de perguntas, vou responde-las já aqui.
Sim, eu tive um cagalhão na sanita durante 5 dias.
Não, não doeu muito para sair (que eu me lembre). Isto porque ele não era muito largo. Era mais para o comprido e duro, daí que não conseguia dar a curva para entrar pelo cano a baixo. Para alem disso, o recto está fisicamente preparado para que passem coisas através dele, desde que estejam a sair e não a entrar. Vou exemplificar, antes que me comecem a chamar coisas que começam em P e acabam em aneleiro. Um cagalhão normalmente não doi a sair. Ok, ás vezes até doi, se for largo, ou se estivermos com hemorroidas. E se olharem bem para eles quando estão na sanita, até são grandes comparados com o diametro reduzido de um olho de cu. No entanto (já todos devem ter passado por isto) enfiar um supositório pelo cu a cima... Isso sim, já doi... E o supositório é uma coisa pikinina. Isto tambem levanta questões sobre os gays. Será que eles na verdade são só masoquistas mal informados? Conheço uma menina com unhas afiadas, posso dar o numero dela a algum que queira tirar as duvidas. Ai os gays, que animais estranhos... Agora as fufas góticas, essas sim sabem o que querem. Hmm, fufas góticas... Bem, continuando.
Sim, o Oscar deixou passar os "irmãozinhos". Não me perguntem como aconteceu, tudo o que eu vi foi um remoinho de água com papel higiénico á mistura, e de vez em quando uma pontinha castanha a aparecer.
Sim, ao terceiro dia eu dei-lhe um nome: Oscar. Isto porque foi na altura de dar estátuazinhas douradas com esse nome a actores e realizadores e pessoal que gosta de brincar com cameras. Foi o nome que me veio á cabeça, o que é que querem?
Sim, as góticas existem, e algumas delas até são fufas. Hmm, fufas góticas... Tenho um video que prova isso.
Sim, eu jogo no telemovel enquanto cago. Há quem leve um livro para ir lendo, há quem leve uma revista porno para ir dando lustre ao mastro. Eu levo um telemovel para jogar. Algum problema?
Não, os melhores preservativos não são Control. São Harmony, os da caixa vermelha. Dão uma sensibilidade fixe e até hoje nunca me rebentou nenhum.
Espero que isto esclareça todas as vossas duvidas.

Terça-feira, Novembro 22, 2005

Mais uma história de merda

E aqui vai mais uma históriazinha de merda para os meus fieis leitores (a sério, adoro-vos aos dois...).
Era uma vez um rapazinho chamado Nox, que estava no seu 12º ano de escolaridade.
Estava ele a jantar com os pais...
Ok, hoje num dá para falar na 3ª pessoa.
Estava eu a jantar calmamente com os meus pais, numa bela 5ª feira á noite, quando o meu papá vai ao frigorifico buscar uma garrafa branca, graaaande. Serve-se a si, serve a minha mãe, e depois estende na minha direcção "Vinho doce, queres?". Hmm, já aos tempos que não provo disto... Já se passaram mesmo uns bons anos, se bem me lembro. Vamos lá provar a ver se ainda é bom.
Bebi um copito. Sim, ainda era tão bom quanto me lembrava. Não, ainda não tinham feito vinho doce com alcool, mas pronto, nem tudo é perfeito. Estou eu a encher o copo pela 2ª vez quando o meu pai me avisa "Cuidado, que se beberes muito disso ficas com a tripa do avesso...". Está bem, só mais um copinho então.
6ª feira de manhã. Lá me levanto eu da caminha quente e dirijo-me para a escola. Depois volto atrás para me vestir, tomar o pequeno almoço, lavar os dentes e pegar nas minhas coisas, e então volto a dirigir-me para a escola.
Primeira aula, tudo bem. Segunda aula: uma cadeira qualquer de informática, já nem me lembro. Tudo bem. Ou não...
Ainda relativamente cedo na aula, dá-me uma daquelas coisas a que eu passei a chamar "contrações". Consiste num aperto repentino na zona abdominal inferior. Ai ai que vem aí merda (literalmente) pensei eu. Quando for almoçar a casa vou arrear bruto calhau.
E agora uma pequena explicação o porquê de arrear o tal bruto calhau em casa e não na escola:
Talvez nos quartos de banho das raparigas não se passe isto. Não sei, nunca lá entrei, é um mundo completamente estranho para mim. Sempre que penso em como será esse mundo só me vem á cabeça sanitas com tampas pintadas com flores, cortinados nas aberturas de ventilação, duas gajas a comerem-se... Hmm, fufas. Como será o WC das mulheres numa discoteca gótica? Deve ter rosas pretas pintadas nos tampos das sanitas, cortinados pretos nos ventiladores, duas góticas a comerem-se uma á outra... Hmm, fufas góticas.........
Ok, mas estou a fugir do assunto. Voltando ao WC dos homens, e porquê é impensavel ir lá cagar. Primeiro, é tarefa dificil encontrar uma sanita ainda com qualquer tipo de tampo. Caso tal sanita seja encontrada, há 99% de hipoteses de a tampa do meio (a que se baixa para cagar) esteja 98,7% coberta de mijo. Depois, se por obra e graça do divino Espirito Santo for encontrada uma sanita com tampa E limpa há outro pequeno problema. Papel higiénico? Cá dele? Pois é, falo por mim, mas o unico papel higiénico que encontrei nos WCs daquela escola estava colado ao tecto. Não é muito prático para limpar o cu. Para finalizar, há sempre o problema do barulho. Da maneira que eu largo pedregulhos (já ouviram falar do Oscar?), ia-se ouvir na escola toda. Claro que em seguida ia-se formar uma multidão á porta do WC a tentar ver quem tinha sido. Já me disseram que com boa sincronização é possivel fingir uma tossidela na altura do SPLOSH, mas isso já é demais para mim.
Voltando há história de merda...
Tive a tal contracção. Durante cerca de uma hora, não aconteceu nada, e eu continuei calmamente a jogar Quake 2, como sempre fazia nas aulas de informática. Uma hora depois da primeira, eis que se dá uma segunda contracção! E agora uma breve explicação: xamo-lhes contracções porque é como acontece ás grávidas: quanto mais proximas vêm, menos tempo falta para nascer o bixo.
15 minutos depois da segunda, uma terceira contracção. 10 minutos depois, outra. Ai que isto está feio... Mas ainda aguento até á hora do almoço... 5 minutos depois, adivinhem! Não, a professora não se vestiu de gótica e começou a comer uma aluna, tambem gótica... Hmm, fufas góticas... Não, o que aconteceu foi que tive mais uma contracção. E por aí a diante.
Quando já as estava a ter de minuto em minuto, dirigi-me á professora "Posso sair sô p'ssora? Tou mal disposto..." "Ok, vai lá para casa". Levantei-me, já branco e a suar, quando um amigo meu me perguntou se eu estava bem. Acalmei-o rápidamente com a frase "'Tou bem, só tenho que cagar urgentemente... Acho que vem aí diarreia...". E lá saí da aula, em direcção a casa, que só ficava a 10 minutos de distancia. Já devia estar a halucinar, pois ouvi vindo da sala "Uau, a professora vestiu-se de gótica e começou a comer uma aluna gótica!" Hmm, fufas... Góticas... Fufas góticas... Hmmmmmm.......
Lá estou eu quase a correr em direcção a casa. O caminho que normalmente demora 10 minutos a percorrer deve ter demorado uns 5 dessa vez. Mas esses 5 minutos pareceram durar uma eternidade, tipo uns 6 ou até 7 minutos. Estou eu já na recta final para casa, quando encontro um amigo, com quem já não falava á uns tempos. "Então Nox, tudo fixe? Olha, ainda tenho o jogo em casa para te trazer..." "CARALHO SAI-ME DA FRENTE QUE EU QUERO CAGAR!!!".
Não, eu não disse isso. Falei brevemente com ele, mas deixei a conversa a meio inventado uma desculpa qualquer, já não me lembro.
Finalmente em casa! Finalmente uma sanita limpa e pristina!
Fui subindo as escadas, deixando cair a mochila a meio destas, e desapertanto as calças pelo caminho. Rabinho na sanita, friozinho nas nalgas... E... (drumroll please) Um peido! Soltei um peido, que aliás nem merecia esse nome. Foi só um peidinho. Oh caralho, eu não tive esse tempo todo á rasca só para me peidar! Foi então que se deu mais uma contracção e soltou-se "a rolha". Esta "rolha" era um pedaço de cócó mais duro, que impedia o diluvio de sair. A partir daí não vou descrever. Com certeza todos já tiveram o prazer de sofrer de uma diarreiazita ou outra ao longo da sua vida, já sabem como é. Nem sequer vou falar da quantidade de papel higiénico que gastei para limpar o cu.
Ok, o pior já passou, vou almoçar e depois vou voltar para a escola. Ha!, querias! Mal tinha acabado de almoçar, senti outra contracção. Parece que nem tudo saiu á primeira. Lá vou eu escada a cima a correr para a bendita sanita. Não é preciso dizer que fiquei em casa o resto do dia, pois não?
E a cereja em cima das natas é que essa noite o pessoal com quem eu saia SEMPRE ás 6ªs feiras apanhou uma bubadeira brutal, sobre a qual eu ouvi falar durante os 2 anos seguintes.
Moral da história: Vinho sem alcool? Faz mal, caralho, faz mal!

Sexta-feira, Novembro 18, 2005

O primeiro post

6ª feira, 18 de Novembro de 2005, 01:02.

Eu devia estar a dormir, para ir ás aulinhas amanhã. Mas em vez disso estou a criar um blog.

Estes primeiros posts já existiam noutros blogs (nomeadamente crónicas alienigenas e o blog do canalacores.com ou .net ou lá o que é)
outros se seguirão (ou não...)

Procura-se Sinestético

Estou á procura de alguem que sofra de Sinestesia* para confirmar se "a fome é negra". Por favor contacte-me se conhecer alguem que sofra desta condição.

* - confusão dos sentidos, mais informação no link

A "vida" da Morte depois do fim do mundo


Tradução: A vida da Morte vai ser bastante xata depois do fim do mundo...

Pois é... É melhor arranjar cerveja, ou uma coisa assim...

Oscar, o Super Cagalhoto


A pedido de muitas familias*, vou transcrever para forma de blog a história do Oscar, o Super Cagalhoto.
Certo dia, estava eu aflito para arrear o dito calhau. Dirigi-me á casa de banho, calças para baixo, rabinho na sanita (com aquela bela sensação de frio a espalhar-se pelas nalgas), e lá fiz o que tinha a fazer enquanto jogava solitário no telemovel, para passar o tempo.
Acabado o jogo de solitário, o arremesso do calhau e a limpeza da dita boca primitiva (para quem n sabe, é mesmo o olho do cu), lá subi eu as calças e estendi a mão ao autoclismo, para o puxar, limpando assim da sanita os demónios recentemente expulsos do meu corpo.
Ora não é que, acabado o remoinho normalmente fatal para as poias, lá está triunfante um grande cagalhão, imponentemente ergendo a sua cabeça fora de água. Orgulhoso pela minha capacidade de produzir tamanho bixo, fui-me embora do quarto de banho, deixando ali o calhau para mais tarde, com outra puxadela do autoclismo, ir pelo cano a baixo. Tambem o gajo com quem eu morava na altura (nada de abixanadisses, cada um no seu quarto, e só nos falavamos quando era para pagar alguma conta) não ia a casa nesse dia (e durante mais uma semana ou duas...) e o bixo na sanita era meu, por isso não me ia incomodar muito.
No dia seguinte, lá vou eu dar a minha mija matinal. Esguixa, sacode, arruma. Puxa o autoclismo. O monstro permanece. Hmm, isto há de sair mais cedo ou mais tarde... Fica aqui a diluir-se na águinha, de vez em quando leva com uma mijinha em cima, e eventualmente há de desaparecer...
Terceiro dia. O bixo permanece. É nesta altura que eu penso "Epá... um calhau destes que sobrevive três dias merece um nome... Vou báptisá-lo de Oscar**!". Lá o reguei com mais uma mijinha (a água benta tá cara hoje em dia) e fui fazer a minha vida normal, orgulhoso que tinha tamanho cagalhão na sanita, com nome e tudo.
Mas não é que mais tarde me apetece defecar outra vez? Lá vou eu, meio timido, dar companhia ao Oscar, pensando que talvez algum dos novos o parta ao meio, mas tambem com medo de que com mais irmãozinhos, a sanita ia entupir de vez. Mais um joguinho de solitário, rabinho limpo, calças vestidas, autoclismo puxado... Um pequeno momento de suspance... Oh! Foram-se todos emboras, menos o gigantesco Oscar! Mesmo assim foi simpático, deu passagem aos outros. Não há muitos cagalhões que façam isso hoje em dia...
E durante os dois dias seguintos tive uma saudavel relação com o Oscar, dando-lhe de beber de vez em quando, sem o apressar a sair. Até pensei em ir regista-lo como cidadão Português, para ele ter um B.I. e tal...
Mas ao fim do 5º dia de vida do Oscar, surgiu-me um dilema: ia ter visitas em casa!O Oscar tinha que sair... Não o podia apresentar aos meus amigos, porque apesar da maior parte do pessoal dizer que não tem nada contra, ainda há muito preconceito neste país, e uma relação deste tipo nunca seria aceite na nossa sociedade.
Fui falar com um amigo que tem mais experiência nesta área que eu, e este deu-me o concelho de despejar água quente por cima do Oscar, pois isto costuma ajudar a desfazer tais calhaus, e ajuda-los a abandonarem este mundo.
Lá fui eu, cheio de remorsos, despejar um balde de água quente por cima do Oscar... E o sacana sobreviveu! Hmm, a água não devia estar quente suficiente. Fui encher outro balde, mas desta vez deixei a água aquecer mesmo, até deitar fumo do fundo da banheira. Sai um baldezinho de água a escaldar! E nada! Nem estava mais pequeno nem nada, o Oscar permanecia triunfante no fundo da sanita. Vai um terceiro balde, atirado todo de uma vez, com exactamente o mesmo efeito: pickles! Epa não, isso são akelas cenas que se comem... Nicles! É isso! Bla bla bla com o mesmo efeito: Nicles!
Nessa altura percebi que tinha que tomar decisões drásticas, e relutantemente saquei do piaçá... É aquela treta que as nossas mães estão sempre a dizer para nós usarmos para limpar os restinhos de cócó da sanita... Eu sempre preferi mijar-lhes para cima, costuma dar resultado... Mijar para cima dos restinhos de cócó, não das mães. Isso seria nojento...Lá estava eu, de piaçá na mão, debruçado sobre a sanita... Olhei o Oscar nos olhos e expliquei-lhe que não o queria magoar daquela maneira, mas não tinha outra hipotese... Tinha mesmo que ser...
E com um golpe rápido de piaçá, o Oscar partiu-se em dois bocados, que fácilmente desapareceram numa final puxadela de autoclismo.
Os dias passaram, e as memórias do Oscar foram desaparecendo. Depois de uma semana até deixei de sonhar com ele.
Outros cagalhões vieram e ficaram. Mas nenhum deles sobreviveu 5 dias, 15-20 mijadelas e três baldes de água quente...
Oscar... NUNCA TE ESQUECEREI!
Notas:
* - Muitas familias como quem diz algumas... Pronto, uma... A minha... Epa, a minha familia como quem diz, duas primas minhas...
** - Sem ofença a qualquer Oscar, como o pai de uma amiga minha. Não estava a pensar em nenhum quando baptisei o meu Oscarsinho. A sério!
Este post foi patrocionado por: Papel Higiénico Modelo: agora com folha dupla.

Há vida no meu estomago


Porque é que cada vez que bebo, na manhã seguinte sinto os conteudos do meu estomago a lutar pelo seu direito á vida? É uma revolução espiritual que se passa nesse sitio obscuro, sinto os restos de comida e alcol numa luta desesperada contra as paredes estomacais, esperançosos de que sejam projectados pelo esofago a cima, bramindo ferozmente, no seu greg projectado, "FREEDOM!!!".